
quinta-feira, 14 de maio de 2009
TEXTURAS
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
ESTUDO DE LINHAS ESTRUTURAIS
OBRA CONTEMPORÂNEA
Nessa obra observei uma estruturação informal e visível, pois apesar de explicitamente as linhas estarem contornando e dando forma às figuras elas são dispostas gerando uma impressão de acaso, desordem, espontaneidade.

OBRA IMPRESSIONISTA
Estrutura Semiformal, devido às formas geométricas e orgânicas existentes com certa regularidade. As formas orgânicas são representadas pela vegetação e as formas geométricas pela ponte.
Existem também linhas estruturais visíveis (ponte) e invisíveis (a disposição da vegetação, os diferentes níveis da queda dágua).
Estrutura Semiformal, formada por formas geométricas (retângulos dos blocos da construção, das pilastras...) e orgânicas (as pessoas, as nuvens...) e também diria que é de certo modo informal (aqui fiquei muito na dúvida) pois o acaso, a espontaneidade das pessoas sugere uma falta de ordem.
Observei também uma Estrutura Ativa na maior parte da obra.

Existem também linhas estruturais visíveis (ponte) e invisíveis (a disposição da vegetação, os diferentes níveis da queda dágua).
OBRA RENASCENTISTA

Observei também uma Estrutura Ativa na maior parte da obra.
sábado, 4 de abril de 2009
LUZ E SOMBRA
Luz e Sombra – observação de obras de períodos diferentes na História da Arte e suas apresentações de luz e sombra.
Nessa obra de Rafael (1483-1520), considerado o maior pintor do Renascimento, podemos observar a grande utilização da luz e sombra, do claro e escuro.
A obra retrata a iluminação natural, obtida pela luz do sol e mostra ao mesmo tempo o sombreamento do corpo, o reflexo da vegetação na água do pequeno lago ao fundo.
Nessa obra de Rafael (1483-1520), considerado o maior pintor do Renascimento, podemos observar a grande utilização da luz e sombra, do claro e escuro.
A obra retrata a iluminação natural, obtida pela luz do sol e mostra ao mesmo tempo o sombreamento do corpo, o reflexo da vegetação na água do pequeno lago ao fundo.

Nessa obra que marca o início do Impressionismo, podemos observar a combinação de cores claras e escuras com a intenção de dar ao observador a impressão do movimento da água, do reflexo provocado pelo sol dos barcos na água, também o reflexo do próprio sol. A obra demonstra, em minha humilde opinião, muito bem, a utilização e os resultados da luz e da sombra.
Impression du Soleil Levant – 1873 (Museu Marmottan, Paris)Quadro de Claude Monet que deu início ao Movimento Impressionista

Verificando uma obra de Salvador Dalí no período Surrealista, observamos o uso das cores claras e escuras para transmitir o pôr do sol e as sombras que as luzes solares provocam nas paisagens que estão sob ela.


Deixando um pouco os gênios artísticos da humanidade, apresento abaixo algumas fotografias de obras realizadas por mim, onde também se podem observar trabalhos de luz e sombra:
MATERIA E FORMA
Matéria e Forma
Composições com formas geométricas básicas.
Composição somente com quadrados
Composição somente com círculos
Composição somente com triângulos
Composição com a junção das três formas básicas juntas: quadrado, círculo e triângulo.
Material: papel desenho, tinta guache preta e pincel.

Composições com formas geométricas básicas.
Composição somente com quadrados
Composição somente com círculos
Composição somente com triângulos
Composição com a junção das três formas básicas juntas: quadrado, círculo e triângulo.
Material: papel desenho, tinta guache preta e pincel.

REPETIÇÃO E ESTRUTURA
REPETIÇÃO
Exercício com repetição de formas geométricas
Material: papel desenho, cola, papel colorido
Exercício com repetição de formas geométricas
Material: papel desenho, cola, papel colorido

Exercício com repetição de formas orgânicas
Material: papel desenho, cola, pétalas secas de rosas, folha vivas de comigo-ninguém-pode.



Material: papel desenho, cola, pétalas secas de rosas, folha vivas de comigo-ninguém-pode.

Exercício de repetição com formas geométricas e orgânicas
Material: papel desenho, cola, capa de catalogo telefônico, pétalas de rosas secas e folhas
Material: papel desenho, cola, capa de catalogo telefônico, pétalas de rosas secas e folhas

Exercício com formas livres utilizando a idéia de concentração.
Material: papel desenho, cola, recorte de jornal, capa de catálogo telefônico.
Material: papel desenho, cola, recorte de jornal, capa de catálogo telefônico.

Exercício com formas geométricas usando a idéia de dispersão ou explosão
Material: papel desenho, cola, capa de catálogo telefônico e resíduo de perfurador.
Material: papel desenho, cola, capa de catálogo telefônico e resíduo de perfurador.
domingo, 22 de março de 2009
ESTUDO - ORIENTAÇÕES ESPACIAIS
Em primeiro lugar, acredito ser necessário definir o que entendi por nivelamento. Assim, entendi nivelamento como algo que já nos é esperado, algo em conformidade com as regras, algo a que já estamos acostumado. Diante disso, o exercicio nos propõe apresentar obras já existentes na mídia que apresentasse idéia de nivelamento. Então fui à procura e aí está:

Essa obra apresenta um nivelamento, pois apesar da mistura de cores e esse envolvimento que o formato de caracol propõe, toda a atenção do quadro está voltada para o centro, o que faz com que olhemos diretamente para ele não nos despertando atenção para os outros detalhes.

Outro exemplo de obra que apresenta nivelamento é o trabalho acima, pois toda a criação está feita no lado direto encima e da esquerda para a direita do plano. Essas são as direções comuns a que nossos olhos estão acostumados a percorrer num determinado plano. Como se fosse um livro, que ao ler começamos sempre de cima para baixo, da esquerda para a direita.
Como aguçamento, entendi algo no real sentido da palavra: algo que aguça, provoca, nos deixa inquieto, incomodado.
O aguçamento provoca o interesse em explorar, em entender, em observar.
Diante disso, fui buscar obras já existentes que trouxessem esse conceito:

fonte da imagem: Google imagens
Considerei esse trabalho com uma proposta aguçante, pois em primeiro lugar ele já é feito no plano do lado contrário ao que nossos olhos está acostumado a começar a observar. Depois ele tem as ramificações subindo, o que também é diferente, pois olhamos primeiro para cima e depois para baixo.

Outro trabalho aguçante, pois esse formato como se fosse uma estiragem, incomoda o olhar, é algo que "quebra" o sentido de continuação que nos é esperado, nos convidando a olhar o trabalho várias vezes em busca do entendimento da obra.
ESTUDO DA COR - O BELO E O FEIO


Nesse trabalho a intenção foi demonstrar uma combinação de cores feias.
Diante da proporcionalidade aplicada do azul e verde e os tons das cores, considerei essa uma combinação não harmonioza.
O Belo e o Feio.
Belo, feio...
Em nosso dia-a-dia, estamos sempre classificando as coisas e pessoas como belas e feias.
Mas o que vem a ser belo? Qual o conceito de belo?
Para mim, belo é tudo aquilo que visualmente nos dá uma sensação agradável. Ou seja, que agrada os nossos olhos e nossas sensações.
Do mesmo modo, o feio vem a ser aquilo que de alguma maneira, por uma razão ou outra, nos desagrada visualmente e assim nos desperta sensações negativas.
Como a visão de belo e feio está para mim ligada aos olhos e sentidos, classifico então belo e feio como algo muito subjetivo.
Quantas vezes o que nos é belo para outros é extremamente feio e vice-e-versa?
Por isso, diante de tamanha particularidade, eu definiria esses termos de uma maneira bem simples, mas que ao meu ver, melhor transmite a idéia do que vem a ser esses dois adjetivos:
Belo - tudo aquilo que visualmente lhe transmite um conjunto harmoniozo e lhe agrada de ficar observando.
Feio - tudo aquilo que visualmente lhe causa algum tipo de desconforto e não se apresenta de forma harmonica, fazendo com que voce se sinta incomodado em continuar olhando.
Assim...é isso!
E para você? O que é belo? O que é feio?
ESTUDO DA COR


Sem papel, fiquei pensando em como realizar essa atividade. Lia e relia os materiais permitidos...Foi então que me veio a ideia de fazer esse marmorizado com cola e tinta guache nas cores azuis e amarelo.
ESTUDO DO PLANO


Dia de chuva - o intuito era mostrar a verticalidade no plano. A ligação céu e terra, acima e abaixo. Então me veio a idéia da árvore e das vegetações que crescem para cima. Porém, após a montagem, ficou um imenso espaço vazio na folha. E agora? Como completar esse vazio? Um momento de reflexão me tomou...então pensei: Ah, a chuva! Que por sinal também nos remete a uma linha vertical imaginária na sua trajetoria. E assim completei o trabalho.
Trio - nesse trabalho a proposta era demonstrar a idéia de ordem no plano. Então veio a dificuldade: o que mostrar que desse essa ideia? Pensei, pensei.... e então me veio à cabeça a ordem natural que temos dentro de nós de organizarmos as coisas por tamanhos. Por isso os três triangulos em ordem: do menor para o maior. Espero que eu tenha pensado certo!
Embaralho - a proposta foi mostrar a idéia de desordem no plano, por isso os quadrados e retângulos de tamanhos e cores variados, colocados de forma aleatória no plano.

A grande dificuldade encontrada nos trabalhos foi realizá-los com cores restritas de papel. Os papeis que possuía tinham poucas cores, o que dificultou-me a criação.
ESTUDO DA LINHA

Material utilizado: tinta guache e papel desenho

Quadrados - nesse trabalho a proposta foi passar a existencia das linha invisíveis. Linhas invisíveis são aquelas não traçadas mas existentes imaginariamente. Mesmo sem ter traçado com o pincel as linhas, percebe-se que elas existem quando enxergamos no trabalho a formação de quadrados.
Material utilizado: tinta guache e papel desenho.
Dificuldades encontradas nos trabalhos: quando se passa do paint para o papel, a grande diferença encontrada foi a falta de possibilidade de se estar testando antes de efetivamente compor a obra.
No paint você faz e apaga quantas vezes achar necessário, no papel, uma vez colocada a tinta não existe mais a possiblidade de desfazer sem estragar o trabalho.
domingo, 15 de março de 2009
ELEMENTOS BASICOS DA LINGUAGEM VISUAL
sábado, 14 de março de 2009
LINHAS



Material utilizado em todos os trabalhos: papel A4 para desenho e lapis 2B
Em todos os trabalhos realizados com linhas, a dificuldade encontrada foi bem menor do que nos trabalhos com pontos.
Os maiores obstáculos foram representar a agressividade e força.
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